terça-feira, 16 de setembro de 2014

Copa 2018: A bola está com a Rússia

CONTAGEM REGRESSIVA
Segundo especialistas, o comitê russo precisa ter cuidado para que problemas internos não tirem o brilho do evento
Joseph Blatter faz a entrega simbólica da Copa do Mundo para
o presidente Vladimir Putin. Russos prometem
fazer o Mundial  mais caro da história.
O apito final do árbitro italiano Nicola Rizzoli no jogo entre Alemanha e Argentina, celebrou a vitória da seleção europeia, mas também marcou o início da contagem regressiva para a realização da Copa do Mundo de 2018. Muito além da construção de arenas, fora dos campos os desafios da Rússia, nos próximos quatro anos, não são poucos. Eles ultrapassam as fronteiras dos gramados de futebol e confrontam questões sociais, políticas e econômicas do país.
A euforia russa de recepcionar a sua primeira Copa deve trazer à tona toda a polêmica que envolve a organização do maior evento esportivo internacional. Com um futebol atualmente inexpressivo, a julgar pela fraca atuação da seleção no último Mundial, a Rússia promete superar o desempenho nos gramados realizando o torneio mais caro da história. Segundo o premiê Dmitry Medvedev, os gastos podem chegar a US$ 20 bilhões ­ muito embora críticos acreditem que o valor possa crescer exponencialmente.
O espetáculo esportivo sediado em 11 cidades escolhidas estrategicamente é visto pelos especialistas como uma oportunidade de o presidente Vladimir Putin mostrar para o mundo o desenvolvimento russo e a superioridade tecnológica do país. "Putin usará o esporte como uma máquina de divulgação de seus ideais e em benefício de toda a estrutura que eles criaram no país", avaliou o coordenador do Laboratório de Pesquisa sobre Gestão do Esporte da Universidade de Brasília (UnB), Paulo Henrique Azevêdo.
Fora de campo, o líder do Kremlin precisa ter cuidado para que sua conduta política e os problemas internos do país não tirem o brilho do evento como ocorreu em Sochi, por exemplo. Os Jogos Olímpicos de Inverno revelaram casos de corrupção, nepotismo e superfaturamento na Rússia, além de ter ressaltado o histórico ponto fraco do país em termos de democracia e direitos dos homossexuais.
O mestrando em Ciência Política pela Escola Superior de Economia de Moscou, Vicente Ferraro, acredita que um dos principais desafios da Rússia na preparação para o Mundial é a necessidade de se combater a corrupção e desburocratizar a administração pública a fim de diminuir os gastos com o evento e maximizar a eficiência da organização. Do ponto de vista social, ele também alerta para a importância de se coibir o racismo promovido por grupos minoritários e a atuação de grupos separatistas e extremistas religiosos. "Seria um verdadeiro escândalo em plena Copa do Mundo alguém jogar uma banana no campo. A Rússia deve combater o racismo de maneira mais atuante. Um eventual atentado terrorista poderia minar a realização do jogo", considerou.
De fato, a ameaça de terrorismo durante a competição preocupa o comitê russo. Por causa disso, não haverá jogos nas localidades do Cáucaso, no norte da Chechênia e Daguestão, regiões que são foco da insurgência islâmica.
Crise ucraniana
Ainda segundo Ferraro, as tensões atuais da Rússia com a Ucrânia poderão prejudicar a realização da Copa do Mundo caso o Ocidente decida boicotá-­la. "Se houver novamente alguma intervenção russa no espaço pós-­soviético, um boicote de seleções europeias será bem provável. Mas Putin é um bom estrategista e sabe calcular os limites e as consequências de suas ações", observou o especialista.
Sobre a possibilidade de protestos contra a conduta do presidente russo, os especialistas acreditam que, mesmo que ocorram, as manifestações não vão ofuscar o brilho do evento no país. "Há fortes possibilidades de que ocorram movimentos de protestos em relação à Copa, como houve no Brasil. Provavelmente, não afetarão o andamento da competição devido às medidas de segurança tomadas, mas podem movimentar o jogo político interno do país", avaliou o professor de História da Universidade de São Paulo e autor do livro "Os Russos", Angelo Segrillo.
Experiência
O historiador acredita que a Rússia conta com uma boa base para realizar estes tipos de eventos, pois é herdeira da União Soviética, que era uma superpotência também no campo esportivo. "Como herdeiros da União Soviética, uma economia planejada, os russos costumam ser bons nessa coisa de planejamento e cumprimento de prazos", opinou.
Tradição russa ajudará na organização do Mundial 
O comitê russo afirmou que quer aprender com os erros do Brasil a fim de evitar equívocos e críticas sobre a organização do Mundial de 2018. Apesar de boa parte das 12 arenas que vão sediar os jogos ainda estarem em construção, a ordem é que todas fiquem prontas até 2017, quando será disputado o evento­teste Copa das Confederações.
O coordenador do Laboratório de Pesquisa sobre Gestão do Esporte da UnB, Paulo Henrique Azevêdo, avalia como um ponto a favor do comitê russo na corrida contra o tempo o privilégio de o país já possuir uma estrutura herdada de outros eventos esportivos. O Estádio Olímpico de Fisht, em Sochi, recebeu as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno, em fevereiro, e a Arena Kazan sediou a Universíade, em 2013. "Os russos já vêm se preparando algum tempo para a Copa. Ao contrário do Brasil, que praticamente teve de construir 12 estádios do zero, a Rússia parte com uma estrutura já montada", avaliou Azevêdo.
Para facilitar os deslocamentos, o governo deve implantar vias férreas de alta velocidade, tarefa que poderia contar com a ajuda de outros países como Alemanha e Espanha, que possuem tecnologia avançada nesse setor. Azevêdo acredita que a medida vai contribuir para uma maior participação dos europeus no evento.
"No que diz respeito à organização, os russos não terão problema algum, já que têm tradição de realizar eventos de grande porte. Do ponto de vista de infraestrutura, não há muito o que ser construído ­ eles dispõem de excelente rede ferroviária e aeroviária. Melhorias podem ser feitas, é claro, mas não seria tão impactante quanto teria sido no Brasil", avaliou o cientista político Matheus Passos.
Fim da 'russofobia'
O governo russo também pretende importar a atmosfera do Brasil em 2018. Para os especialistas, o investimento na hospitalidade é uma boa oportunidade de melhorar a imagem do país diante do mundo e pôr fim à "russofobia", rompendo tabus e estereótipos.
Um exemplo positivo seria preparar o povo para uma receptividade cordial como a do brasileiro durante", disse o historiador Angelo Segrillo.
"Os russos têm um senso de centralidade muito grande, que, muitas vezes, faz com que não se relacionem bem com estrangeiros. Assim, creio que essa abertura a novas formas de ver o mundo será o principal legado social", acrescentou o cientista político Matheus Passos.
Diferenças culturais não serão barreira 
Os russos sabem organizar um espetáculo esportivo e, apesar da crença popular, a Copa de 2018 não será um evento frio. Segundo os especialistas, fatores como o idioma, o clima e o próprio comportamento do povo não devem comprometer o brilho do evento. "Em termos de distâncias, o Brasil foi um exemplo de que esse fator não impede o torcedor de prestigiar sua seleção nacional. Em relação ao clima, a Copa ocorrerá em junho e julho, época do verão", explicou o cientista político Matheus Passos. A cearense Flavia Cunha, que mora em Kursk, a 500 km de Moscou, diz que a comunicação com os russos ainda é um pouco difícil por conta do idioma. Ela recomenda que os torcedores pratiquem o inglês, já que os russos têm um conhecimento razoável desta língua. Quanto ao povo, a estudante de medicina é só elogios: "uma vez que se tornam amigos, são companheiros leais e solícitos para sempre".
Reportagem publicada no jornal
DIÁRIO DO NORDESTE
domingo, 20 de julho de 2014
Caderno Jogada
Jornalista - JULIANNA SAMPAIO

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Professor Lamartine DaCosta recebe homenagem na Alemanha

O reconhecimento do trabalho do professor Lamartine acontece em todo o mundo

O Professor Lamartine Pereira DaCosta, uma das maiores expressões da Educação Física brasileira mais uma vez foi homenageado, desta vez na Alemanha.
A comenda foi uma iniciativa do Institut für Sport Wissenschaft e a cerimônia ocorreu durante o Symposium Olympic IDEA – Nowadays, realizado na Johannes Gutenberg Universität, localizada na cidade de Mainz, nos dias 07 e 08 de setembro de 2014.
Cartaz de divulgação do evento, produzido pela Johannes Gutenberg Universität
O professor doutor Lamartine DaCosta, docente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) recebeu homenagem pelo trabalho desenvolvido ao longo de sua vida no campo dos estudos olímpicos.
O GESPORTE está orgulhoso
O GESPORTE apresenta os cumprimentos ao professor Lamartine, grande referência da Educação Física e da gestão do esporte, que nos orgulha e motiva a atuar sempre com qualidade em nossa área de atuação.
Desde 2013, Lamartine é membro do Grupo de Pesquisa GESPORTE, registrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, e certificado pela Universidade de Brasília – UnB. 
Acima, integrantes do Grupo GESPORTE, durante o Simpósio Internacional sobre Esporte e Transformação Social, realizado em Brasília, no ano 2013. Da esquerda para a direita, Américo Pierangeli, Paulo Henrique Azevêdo, Lamartine DaCosta e Roberto Correia.
Parabéns professor doutor Lamartine Pereira DaCosta!

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Prof. Olga Correia conclui mestrado em Gestão e Marketing do Esporte.

Defesa de Dissertação de Mestrado da Prof. Olga Correia
No dia 25 de julho de 2014, sexta-feira, o programa de pós-graduação em Educação Física da Universidade de Brasília formou mais uma Mestre em Gestão e Marketing do Esporte, a professora Olga Correia.
A Defesa de Dissertação de Mestrado aconteceu nas dependências do Laboratório GESPORTE que foi preparado especialmente para essas atividades que ocorreram neste dia. 
Prof. Dr. Paulo Henrique Azevêdo, orientador e presidente da Banca Examinadora, abrindo os trabalhos da defesa.

Com início às 10h30, a Professora apresentou o trabalho intitulado “Estudo de fatores que influenciam a preferência dos consumidores do esporte-espetáculo no Distrito Federal”. Após a apresentação ocorreu a arguição da banca, composta pelo presidente e orientador, Prof. Dr. Paulo Henrique Azevêdo, pelo membro externo Prof. Dr. Nicolas Caballero e pela Prof. Dr. Marisete Peralta Safons, membro interno da UnB, e que durou cerca de uma hora. Em seguida, a banca se reúne, com a presença do membro suplente Prof. Dr. Aldo Antonio de Azevedo e finalmente, ao meio dia, o presidente da banca anunciou o resultado, conferindo à Prof. Olga Correia o título de Mestre em Gestão e Marketing do Esporte
Prof. Olga Correia apresentado sua Dissertação de Mestrado.

Trajetória acadêmica e profissional
Desde sua graduação na Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília, Olga Correia se dedicou aos estudos e pesquisas em Gestão e Marketing do Esporte. Atuou como estagiária do Laboratório GESPORTE entre 2011 e 2012 e logo ao final de sua graduação foi aprovada na seleção e ingressou no Programa de Pós-graduação em Educação Física, da Universidade de Brasília. Durante o mestrado, nos últimos dois anos, foi a principal colaboradora do Prof. Dr. Paulo Henrique Azevêdo nas atividades do Laboratório GESPORTE contribuindo com trabalhos técnicos e gerenciais destacando sua participação na organização de mais de 20 eventos técnico científicos e esportivos.
Ao longo do programa de pós graduação em Educação Física, Olga Parente cursou 5 disciplinas, apresentou o projeto de dissertação para banca de qualificação, submeteu artigo científico a revista científica, realizou Estágio em Docência, atuando junto com o seu orientador na disciplina Prática de Organização de Eventos Desportivos e de Lazer (POEDL), e realizou monitoria da disciplina de graduação Administração Desportiva (AD).

A pesquisa
Em sua apresentação a professora Olga Parente explanou de forma segura e objetiva os principais pontos de seu estudo.
O trabalho tratou do cenário do esporte-espetáculo na região do Distrito Federal na perspectiva dos consumidores deste mercado. O objetivo da pesquisa foi o de analisar fatores pré-determinados como possíveis influenciadores da preferência deste consumidor.
A pesquisadora concluiu que dos quatro fatores elencados: ligação com a cidade, prática da modalidade, influência de terceiros e o sucesso esportivo, este último é o que mais influencia na opção por torcer e consumir produtos relacionados ao time.

Dr. Nicolas Caballero, membro da banca assiste à apresentação da Prof. Olga Correia

Membros da banca: Da esquerda para direita  Prof. Dr. Nicolas Caballero, Prof. Dr. Paulo Henrique Azevêdo e Prof. Dra. Marisete Safons.
Após o anúncio do resultado da banca de mestrado, a Prof. Ms. Olga Correia agradeceu as valiosas contribuições oferecidas ao seu trabalho e agradeceu pelo apoio e presença de familiares, amigos e colegas de trabalho.
 Da esquerda para direira: Prof. Dr. Nicolas Cabalero, Prof. Dr. Aldo Azevedo, Prof. Dr. Paulo Henrique Azevêdo, Prof. Dr. Marisete Safons.

A família
Da esq. para dir.: Sr. Jorge Luiz Correia (pai), Sra. Leonilda Parente (mãe) e Luís Gustavo (um dos irmãos). 

Os colegas de trabalho
Da esquerda para direita: Prof. Ms. Alexsander Gomes, Prof. Ms. Olga Parente, Prof. Dr. Paulo Henrique Azevêdo, Danilo Figueredo e Pedro Mortoza.


As amigas
Da esq. para a dir.: Thays Queiroz, Ligia Falcão, Olga Correia, Ana Raíssa Amorim e Bárbara Maltez.

Autoridades presentes
Na defesa também estiveram presentes, pessoas de renome na área da Gestão e Marketing do Esporte como a Professora Doutora Flávia da Cunha Bastos, da Universidade de São PauloUSP e o Professor João Eduardo Batista, da Pontifícia Universidade de GoiásPUC/GO.
Da esq. para dir.: Prof. Dr. Aldo Azevedo, Prof. Dr. Nicolas Cabalero, Prof. Dr. Flávia Bastos (USP), Prof. Dr. Marisete Safons, Prof. Ms. Olga Parente, Prof. Dr. Paulo Henrique Azevêdo e Prof. Ms. João Eduardo Batista (PUC-GO).
Antes de partir para o seu novo projeto profissional, que extrapolará as fronteiras brasileiras, a professora Mestre Olga Correia resumiu sua experiência no PPGEF da seguinte forma:
"Minha experiência no mestrado foi para além da academia. Experimentei diversas formas de atuação profissional e descobri que para alcançar o sucesso é preciso competência, muito esforço e as vezes alguma teimosia e persistência."

Sucesso em sua carreira, Prof. Ms. Olga Correia!

A dissertação estará disponível em breve no banco de teses e dissertação e pode ser assim referenciada:
CORREIA, O. L. P. Estudos dos fatores que influenciam a preferência dos consumidores do esporte-espetáculo no Distrito Federal. 2014. Dissertação (Mestrado em Educação Física)– Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Universidade de Brasília, Brasília, 2014.



Texto elaborado com a colaboração do Prof. Ms. Leonardo Arêas da Silva.
Fotografia: João Vital Parente Correia

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Revezamento 25 Horas Nadando retornou à UnB

Eu tô voltando pra casa” foi o lema deste ano
Depois de realizadas quatro edições em outros centros esportivos em Brasília, a 21ª edição do Revezamento Aquático 25 Horas Nadando marcou o retorno do maior evento aquático da região Centro-Oeste, ao Parque Aquático, da Universidade de Brasília (UnB). Também foi o primeiro evento realizado após a reinauguração desse complexo, que recebeu o nome do Professor William Passos, uma referência no ensino de atividades aquáticas e um dos integrantes da equipe que criou o curso de Educação Física na UnB. A competição ocorreu das 10 horas de 23 de agosto (sábado), até 11 horas de 24 de agosto (domingo) de 2014.
E o revezamento vai começar...
Na cerimônia de abertura, estiveram presentes o secretário de esporte do Governo do Distrito Federal, professor Célio Renê Trindade; o senhor Adelmir Santana, presidente do SESC; a presidente do Conselho Regional de Educação Física da 7ª Região, professora Cristina Calegaro; e o diretor da Faculdade de Educação Física da UnB, professor Jake Carvalho do Carmo, que acionou a buzina que determinou o início do revezamento. Representando o magnífico reitor da UnB, professor Ivan Marques de Toledo Camargo, esteve presente no Parque Aquático, a professora Sônia Báo, vice-reitora da UnB.
Esq, para dir.: Prof. Jake do Carmo, diretor da FEF-UnB; sr. Adelmir Santana, presidente do SESC; prof. Célio Trindade, Secretário de Esporte do Distrito Federal; e prof. Cristina Calegaro, presidente do Conselho Regional de Educação Física do Distrito Federal; na abertura do revezamento.
Mais uma vez foi uma grande festa para a sociedade do DF
Numa manifestação que comprovou, mais uma vez, que o praticante da natação se mobiliza nos eventos de sua modalidade, o 25 Horas Nadando foi novamente marcado pela presença de centenas de nadadores e mais de duas mil pessoas, entre amigos e familiares.
Participante da equipe organizadora desde 1993 e único remanescente do grupo que originalmente contava com doze integrantes, o professor Paulo Henrique Azevêdo destacou que “as 21 edições do evento representam a sua maioridade e maturidade, sendo um dos mais antigos eventos anuais da UnB e até do Distrito Federal que acontecem regularmente”.
Chegou a hora de nadar
O que é o Revezamento 25 Horas Nadando
Criado em 1990, por um grupo de professores da UnB, o evento chegou a ter 32 horas de atividades em cada etapa, mas em 1995 - na 6ª edição -, adotou a padronização de 25 horas e tornou-se um dos principais acontecimentos aquáticos do Brasil.
Cada raia pode ter mais de uma equipe, que deverão manter um atleta nadando durante todo o evento. Ao final, recebeu troféus: todas as equipes participantes; os nadadores feminino e masculino que nadarem mais; os nadadores feminino e masculino com a maior idade; e os nadadores feminino e masculino com a menor idade.
Paralelamente à competição foram propiciadas inúmeras atividades a todos os presentes, tanto para os nadadores, como para os demais presentes. Xadrez gigante, pebolim, apresentação de saltos ornamentais, shows de bandas de música, ping-pong fizeram parte das atrações.
Pebolim
Xadrez gigante
Ping-pong
Shows de bandas de música
Apresentação de saltos ornamentais
Muitas novidades no retorno pra casa
Diversas novidades aconteceram no evento, como uma maneira de registrar as 21 edições e o retorno às instalações da UnB.
Pela primeira vez os resultados foram apresentados em um telão de led, que também serviu para a projeção de vídeos. A equipe do Laboratório de Pesquisa sobre Gestão do Esporte – GESPORTE, preparou um vídeo com imagens do Revezamento Aquático desde a quinta edição, quando eram 32 horas nadando. As provas aquáticas, as gincanas, os bastidores e tudo mais que ocorreu nesse período foram projetados no telão, em diversos momentos nesta edição de 2014.
O telão foi uma das novas atrações
Outra novidade ficou por conta da criação da Vila dos Atletas, onde foram montadas grandes tendas que serviram de apoio à participação de todas as equipes. Como centenas de pessoas passam as 25 horas no evento, elas puderam descansar e se integrar aos demais colegas nesse espaço. Foi mais uma iniciativa do SESC-DF e que teve total aceitação do público presente. 
Entrada da Vila dos Atletas
Parte interna da Vila dos Atletas
O estado do Sergipe esteve muito bem representado
Uma equipe representou o estado de Sergipe na competição, tendo realizado viagem de ônibus, desde a capital, Aracaju e participado ativamente em todas as atividades do evento. Há que se destacar o espírito nobre dos professores de Educação Física que tornaram possível a vinda a Brasília e a participação de diversos atletas com deficiência, que enfrentaram a longa viagem e mostraram que podem nadar e participar de atividades com todo e qualquer grupo de pessoas.
O grande valor do evento: pessoas com deficiência competem e vencem
Outro destaque deste ano foi a quantidade de raias que tiveram participação de número expressivo de atletas com deficiência. Foram três raias e essa interação demonstra que é possível superar desafios físicos e mentais, associado a uma convivência saudável entre todos os participantes. Muita gente ficou impressionada com a capacidade de superação dos atletas que, a despeito de limitações físicas ou mentais, realizam a atividade aquática de maneira impressionante.
As equipes que tiveram atletas com deficiência em número significativo foram: Sarah; Guigo Lopes; e GED-SEED (de Sergipe). Parabéns a eles.
Atletas do Sarah antes de iniciarem a prova
Aqui não existe deficiência, mas muita eficiência
 
A segurança é elemento fundamental em todo o evento
De dia, à noite, de madrugada, o revezamento não para
De manhãzinha fazia um pouco de frio, à tarde o calor era intenso, à noite esfriou e, de madrugada, estava bem frio. Em todos os horários, os nadadores estavam animados e participaram com alegria da “festa da natação”. Veja as imagens abaixo.
Os participantes eram recepcionados desde a entrada do Centro Olímpico da UnB
Organização e animação se juntam para o sucesso do revezamento
O SESC também desenvolveu campanha contra o fumo
Além do telão, os resultados foram atualizados a cada hora em um painel
À noite o evento fica ainda mais bonito e animado
Vista do local do evento à noite
Outra vista do local do evento à noite
Mesmo à noite existiam fila de atletas para nadarem
Muito frio à noite, mas, acima de tudo, muita animação
Já se aproximava o final da prova
Terminou! Aí todo mundo pode cair na água
Todos aproveitam cada minuto antes da premiação
Outro momento após o final da prova
Os atletas começam a sair da piscina
A competição
O grande objetivo dos realizadores é a interação e a prática lúdica propiciada aos presentes, mas, também existe o lado competitivo que é importante e cabe ressaltar. A equipe do SESC foi a que percorreu a maior metragem e o resultado geral segue abaixo.
Resultado da competição



O encerramento e a premiação
Aos final das 25 horas de intensos e agradáveis momentos, foi soada a buzina que determina o encerramento da prova e, como é praxe, os nadadores entram na piscina de maneira descontraída.
Em seguida realizada a cerimônia de premiação. Além dos troféus para todas as equipes, também foram reconhecidos os destaques individuais do 21º Revezamento 25 Horas Nadando. Dirigentes da UnB e do SESC entregaram os troféus às equipes e aos destaques.
Ao final, os participantes se reuniram para a premiação
Prof. Paulo Henrique, coordenador do evento, Prof. Ivan Camargo, reitor da UnB e senhor Adelmir Santana, presidente do SESC
Prof. Jake do Carmo entrega troféu a representante de equipe
Professor Guilherme Lopes, representante das equipes Raia 10 e Guigo Lopes, recebeu troféu do prof. Carlos Augusto, do SESC
Professor Álvaro Sérgio, do SESC, após entrega do troféu à representante da equipe do Sarah, prof. Ana Cláudia
Premiação de equipe, através de sua representante
Mais uma vez, o senhor Jovino José dos Santos, hoje aos 83 anos, foi o de maior idade na competição e nadou 1.300 metros
Senhora Maria Tereza de Souza que, aos 72 anos, nadou 500 metros
O presidente do SESC, Adelmir Santana, tece suas considerações sobre o revezamento
Reitor Ivan Camargo, anfitrião, pronuncia as palavras de encerramento
Premiação individual


O ensino e a extensão universitária juntos com o 25 Horas Nadando
O evento também é um laboratório da disciplina “Gestão de Eventos em Educação Física, Esporte, Saúde e Lazer”, para os alunos do bacharelado e da licenciatura em Educação Física da UnB.
Equipe atuando no controle de metragem nadada
Os discentes recebem treinamento e participam da comissão técnica, atuando no controle da atividade prática e apuração do resultado de cada participante do revezamento. Assim, o ensino e a extensão são fortalecidos por meio de um evento que oferece atividades de lazer para a sociedade do Distrito Federal.
Manter o quadro de resultados atualizado também foi tarefa constante
Prof. Jake, diretor da FEF, ladeado pelos coordenadores do evento, prof. Paulo Henrique e Prof. Américo
A mídia divulgou o evento
Emissoras de TV e rádio, além de sites e blogs divulgaram o evento, antes durante e após o seu encerramento.
A Rede Globo de Televisão esteve presente com a sua unidade de link e fez matéria ao vivo no DF TV primeira edição e outra matéria saiu no DF TV segunda edição.
Equipe da Rede Globo transmitiu ao vivo
A jornalista Rita Yoshimine interagiu com os participantes

O SBT também enviou equipe de reportagem que elaborou matéria e divulgou em seu jornais.
Além dessas emissoras, jornais, sites e blogs cobriram e divulgaram o Revezamento 25 Horas Nadando.
UnB e SESC-DF são parceiros
Evento da Faculdade de Educação Física, da Universidade de Brasília, em 2005, o 25 Horas Nadando recebeu a parceria do SESC-DF, cuja participação tem representado ampliação e melhora dos serviços oferecidos à comunidade participante. É uma parceria que realmente deu certo. 
O Laboratório GESPORTE planeja, coordena e realiza as atividades pertinentes à Universidade de Brasília neste evento, sob a coordenação dos professores Paulo Henrique e Américo Pierangeli Costa.  
Prof. Américo e prof. Paulo Henrique
O Revezamento voltou para casa e no próximo ano tem mais
O Revezamento Aquático 25 Horas Nadando voltou para as dependências da Universidade de Brasília e isso já se constituiu numa grande vitória para todos os participantes, já que eles queriam que isso ocorresse. Nós também.
Em 2015 teremos o 22º Revezamento Aquático 25 Horas Nadando. Estamos ansiosos, já trabalhando para a sua realização e aguardando a sua chegada.
Até lá!